CEF melhora condições de Financiamentos

Juros e prazos facilitados
Caixa Econômica anuncia taxas menores, financiamentos maiores e outras condições favoráveis para quem planeja comprar imóvel.
Presente de Natal chegou mais cedo para quem planeja comprar casa: juros e entrada menores, financiamento e prazo de pagamento maiores, além de mais R$ 1,3 bilhão para imóveis novos, usados, na planta e material de construção. O pacotão da habitação divulgado ontem pela Caixa Econômica Federal beneficia todas as faixas de renda. Além disso, serão liberados mais R$ 500 milhões para garantir crédito imobiliário à classe média – para a Caixa, quem recebe acima de R$ 4.500.
Nesse caso, os juros caíram de 13,75% para 12,5% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). O valor da entrada do financiamento diminuiu de 40% para 20% (imóveis usados). O banco oficial vai financiar 80% do valor. Para unidade de R$ 100 mil, o candidato terá que ter em mãos R$ 20 mil. O restante será financiando pela Caixa. O prazo de pagamento aumentou, de 180 para 240 meses (20 anos).
Outra novidade é o empréstimo para imóvel na planta, com juros de 12% ao ano mais TR. Nessa modalidade, a entrada exigida é de 10%. A Caixa vai financiar 90% do valor e o prazo de pagamento será de 20 anos.
Para renda até R$ 4.500, o financiamento é com dinheiro do FGTS. Famílias que ganham até R$ 2.400 poderão financiar 90% (em vez de 70%). Os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR. Nessa linha, o imóvel tem que custar até R$ 72 mil. Todas as modalidades utilizam o sistema de amortização constante, que evita saldo devedor elevado no fim do contrato.
Medidas vão contribuir para aquecer o mercado
O FGTS pode ser usado para reforçar a entrada, mas é preciso cumprir requisitos, como não ser proprietário de imóvel e nem ter financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Além disso, são necessários três anos de carteira assinada.
Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann diz que a Caixa anunciou essas medidas porque está sobrando dinheiro do orçamento da habitação com recursos do Fundo de Garantia.
“Os brasileiros ainda têm receio de comprar unidades na planta e, além disso, as exigências para análise de crédito das construtoras dificultam ainda mais o financiamento”, conclui.



Baixa renda também não foi esquecida


A população de baixa renda conta com nova linha, batizada de Imóvel na Planta a Preço de Custo. A modalidade é destinada a quem recebe até seis salários mínimos (R$ 1.560), com juros de 6% ao ano, mais TR. O limite máximo do financiamento é de R$ 35 mil e o prazo de pagamento, de 240 meses (20 anos). Outra vantagem é que a taxa de administração foi reduzida de R$ 25 para R$ 18.
A cobrança é feita para manutenção dos contratos habitacionais. Segundo Emília Corrêa Lima, diretora de Produção Habitacional do Ministério das Cidades, a linha especial é parecida com a do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), mas com uma diferença: o mutuário é dono do imóvel. No arrendamento, é pago aluguel social durante 15 anos e, só depois desse período, ele se torna dono.

Linha para financiar as construtoras

A Caixa voltou a financiar diretamente as construtoras pela linha de Apoio à Produção Imobiliária. A modalidade beneficia também mutuários, que vão pagar apenas juros e correção monetária durante a construção.

Isso facilita que os mutuários paguem aluguel e prestação durante a obra. A nova linha permite a compra de unidade na planta para quem tem renda de até R$ 4.500. Os juros variam de 6% a 10,16% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). O prazo de pagamento é de 20 anos. Já os construtores terão taxas de 10,16% ao ano, mais TR, e 12% ao ano, mais o índice após conclusão do empreendimento.


O presidente do Sinduscon-Rio, Roberto Kauffmann, lembrou que há muito tempo os construtores não contavam com financiamento, mas insiste em ressalvas: “Para o produto não ficar na prateleira, por causa de exigências, estamos propondo à Caixa um teste com algumas construtoras”, informou.








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Cadastro de Inadimplentes


É do credor a obrigação de retirar nome de devedor dos cadastros de inadimplentes





A 6ª Câmara Cível do TJ desproveu apelo de Posser e Posser e Cia. Ltda. contra decisão que garantiu indenização por danos morais à Darci Chagas. Os julgadores entenderam que cabe ao credor a retirada do nome do autor dos órgãos de restrição ao crédito, e mantiveram os valores estipulados em 1º Grau.O demandante atrasou o pagamento de produtos adquiridos no estabelecimento comercial do réu, que por isso levou os cheques a protesto. Algum tempo depois, a dívida foi quitada, mas o nome não foi retirado da Serasa, nem os títulos anulados. Ao solicitar que o réu cumprisse sua parte, foi-lhe enviado um documento, o qual não foi aceito pelo cartório por não ter, sequer, um carimbo da empresa, e também porque a mesma teria de ser paga uma taxa. Tendo ajuizado ação, Darci Chagas alegou estar passando sérias dificuldades financeiras, tendo em vista os problemas de saúde de sua esposa, e pediu antecipação de tutela para recobrar seu crédito, o que lhe foi concedido. O réu argumentou que a inicial não correspondia à verdade, pois só teria ficado sabendo da negação do cartório ao documento enviado quando recebeu a notificação judicial. Disse que o protesto não foi cancelado porque o autor não pagou a taxa necessária.O julgador, em 1º Grau, condenou a empresa ao pagamento de 30 salários mínimos vigentes na data do fato (fevereiro de 2003), acrescidos de juros legais de 1% ao mês, bem como correção monetária pelo IGP-M, ambos a partir da data citada. Ela também ficou obrigada a arcar com as custas processuais e honorários advocatícios de 10%. Na apelação ao TJ, pediu a reforma da sentença, ressaltando que consta nos autos o pedido de cancelamento dos protestos. Reiterou a negação do autor em pagar o valor das custas ao Tabelionato de Getúlio Vargas, e afirmou que, se ocorreu prejuízo, este não resultou de seu procedimento.O Desembargador Artur Arnildo Ludwig, relator do processo, observando que a discussão centra-se em definir de quem é a responsabilidade de cancelamento do protesto e retirada do nome do devedor, firmou seu posicionamento de que “é ônus do credor providenciar a retirada dos protestos efetuados, bem como o cancelamento dos registros nos órgãos restritivos de crédito”.O magistrado citou o Código de Defesa do Consumidor, que prevê punição “àquele que deixar de corrigir, imediatamente informação sobre consumidor constante em cadastro, banco de dados, fichas ou registros que sabe ou deveria saber inexata”. Destacou que o pedido do réu para o cancelamento dos protestos data de 19/08/2003, enquanto que o pagamento do débito pelo devedor ocorreu em 12/02/2003.Sobre os danos morais, considerou-os inegáveis, “haja vista que o acesso aos cadastros é amplo e ocasiona mácula à credibilidade, à imagem e ao nome do cadastrado no meio social”. Evidenciou que a Constituição Federal de 1988 deu nova perspectiva à caracterização do dano moral, e que no caso em questão fala-se de presunção de dano, “resultante da simples conduta gravosa do agente agressor”. Sobre a definição do valor, destacou a necessidade de atender-se ao “binômio ‘compensação à vítima’ e ‘punição ao ofensor’”. Acompanharam o voto do relator os Desembargadores Carlos Alberto Alvaro de Oliveira e Antônio Corrêa Palmeiro da Fontoura. O acórdão data de 20/10/2004.


(Fonte: Tribunal de Justiça - RS ) Deixe seus comentários aqui :


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Crédito fácil pode sair caro

Em busca do crédito fácil, o consumidor recorre cada vez mais às financeiras. Os clientes não demoram mais do que 30 minutos para ter o crédito liberado. Se tiver conta em banco, o financiamento é ainda mais fácil. Basta apresentar CPF, registro de identidade e comprovante de residência para o dinheiro ser depositado na conta. Tanta agilidade não vem de graça. Os juros cobrados pelas financeiras são o dobro da média dos empréstimos pessoais oferecidos pelos bancos. Chegam a 13% ao mês em alguns casos.

Pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) mostra que as financeiras cobraram em setembro juro médio de 12,15% ao mês, o que significa 295,91% ao ano. Quem consegue tomar empréstimo pessoal nos bancos paga menos. A taxa média cobrada pelos bancos é 5,92% ao mês, ou 99,40% ao ano.

Em uma agência da Fininvest na Praça do Patriarca, no centro de São Paulo, o cidadão paga uma taxa de 12,9%. Se o cliente puder dar cheques pré-datados para saldar a dívida, a taxa fica um pouco menor: 11% ao mês. Com um juro como esse (11%), um financiamento de R$ 1.000, por exemplo, pago em 12 vezes, sairia por R$ 177,99 ao mês. Se o cliente optar pelo pagamento em boleto bancário as prestações sobem para R$ 188,86 (12,9% ao mês de juro). De acordo com uma funcionária da financeira, o cliente se interessa muito pelo prazo para o débito da primeira prestação, que é de 45 dias.

Logo na entrada da loja, um cartaz tenta atrair os consumidores informando taxas de 3,6% ao mês, mas um juro como esse é oferecido somente para microcrédito, ou seja, para pequenos empreendedores que queiram pedir dinheiro emprestado para comprar máquinas e mercadorias para suas lojas.

Na Taií, financeira popular recém-inaugurada pelo Itaú, o cliente não pode ter conta no banco, para evitar concorrência dentro da mesma empresa. Uniformizados, os atendentes, que ficam na calçada abordando quem passa, são jovens estudantes. O empréstimo tem limite de R$ 2 mil e a taxa de juro é de 8,9%. Nesse caso, não é preciso apresentar cheque para melhorar os pontos na hora da avaliação. Também não é necessário fiador e carro como garantia, como pedem algumas financeiras. A prestação de um empréstimo de mil reais, também pagos em 12 meses, é de R$ 146. Neste mês, quem fechar negócio ganha um bichinho de pelúcia para dar para os filhos.

Na loja da Pan Americano na rua Barão de Itapetininga, no centro da cidade, o empréstimo sai em 20 minutos. Para facilitar, o cliente precisa apresentar os últimos contra-cheques (em São Paulo, hollerites) e o CPF para que se tenha a certeza de que ele não passou cheques sem fundos na praça. Os autônomos podem financiar R$ 500, com uma taxa de juro salgada, de 10% ao mês. Em alguns casos, o empréstimo pode chegar a 120% do salário comprovado, dependendo da renda, e a taxa de juro cai um pouco, para 6,9% ao mês. O empréstimo pode ser feito em até 15 vezes. Um financiamento de R$ 1.000 sai por R$ 179 em 12 vezes (taxa de juro de 10% ao mês).

A Finasa (antiga Zogbi), do Bradesco, tem o cantor Netinho como chamariz. Ao contratar um crédito pessoal o cliente pode optar por seguro cesta básica, seguro desemprego e seguro de vida. A primeira parcela também pode ser feita em 45 dias. A taxa de juro também é de 10% ao mês e um empréstimo de mil reais sai por 12 prestações de R$ 169,44. Na prestação está inclusa a taxa de abertura de crédito. O juro cai para 6,8% no caso de um empréstimo de R$ 5.700, por exemplo (12 prestações de R$ 749,65).

Várias lojas da Losango também estão espalhadas pelo centro da capital paulista e há quem procure a financeira, que é do HSBC, para pedir empréstimo para pagar a entrada do carro. É o caso de Rodrigo Martins, de 24 anos. Ele estava interessado em financiar R$ 700 para dar de entrada em um carro usado, que seria adquirido por R$ 12 mil de um amigo. Ele reclamou dos juros altos e disse que a mulher, que trabalha em uma empresa pública, adquiriu recentemente um empréstimo consignado em folha com taxa de juro de 2% ao mês. No caso da Losango, a taxa mensal é de 12% ao mês, com parcelamento em até 15 vezes. Uma promoção de taxa de 5,49% ao mês, conforme anunciou um funcionário na rua, já não valia mais.

A Financeira ABS, que tem sede no Rio de Janeiro, tem juro de 8% ao mês. Segundo uma funcionária de uma loja na Rua da Quitanda, em São Paulo, o empréstimo também é feito com facilidade, apenas com a apresentação de CPF, registro de nascimento e comprovante de renda. De acordo com o folheto da empresa, o financiamento pode ser feito ainda pela internet e o cliente concorre a uma quitação do seu saldo. Um empréstimo de mil reais sai por R$ 179,85 em 12 vezes (8% de juro ao mês). A taxa de juro para financiamentos mais altos, acima de R$ 5 mil , passa para 11% ao mês.

A GE da Rua São Bento tem juro de 6,9% ao mês, mas oferece uma taxa menor, de 3%, para o refinanciamento de até 50% do valor de veículos. Nesse caso, a dívida pode ser saldada em 24 vezes, como ocorre com os bancos das montadoras. Um empréstimo de mil reais sai por 12 prestações de R$ 134, pagos com cheque pré-datado. Segundo um funcionário da loja, o financiamento pode chegar a 160% do rendimento comprovado do cliente, sem alteração de taxa de juro.
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Uma nova visão de Poupança

Inclua caderneta na conta-investimento


Se você é um tradicional aplicador da caderneta de poupança ou é extremamente conservador e desconfiado das outras opções de aplicações financeiras, essa é uma boa hora para fazer um teste e aplicar parte do seu dinheiro em investimentos mais rentáveis e tão consevadores quanto a caderneta, com fundos de renda fixa e referenciados DI e o CDB-DI.
Em primeiro lugar, você deverá pedir a inclusão da caderneta na sua conta-investimento, que será renomeada poupança integrada. Mas isso só valerá para novas aplicações. Os recursos anteriormente aplicados permanecem no sistema antigo, a menos que você saque o dinheiro e reaplique já no novo ambiente.
Ao ingressar na conta-investimento, você poderá fazer testes, colocando parte do dinheiro em CDB-DI, por exemplo, sem pagamento da CPMF. Essa aplicação em título privado é tão segura quanto a poupança e o retorno é de cerca de 1% ao mês, após o imposto de renda, ante 0,7% da poupança (TR + 0,5%), em média. Ou seja, a cada R$ 10 mil, você receberá cerca de R$ 100, enquanto na caderneta o ganho é de R$ 70. Mas busque um CDB-DI que remunere seus recursos acima de 93% do CDI, que equivale a fundos com taxa de administração de até 1% ao ano.

Opção - As aplicações em caderneta não são incluídas diretamente na nova conta, mas, assim como os investimentos em ações, são optativos e dependem da autorização dos aplicadores. Portanto, se sua intenção é iniciar uma diversificação, muito recomendada, o ideal é optar pela inclusão da caderneta na nova conta.
Se sua intenção não é diversificar, o melhor é manter a poupança fora da conta-investimento. Isso porque, na poupança tradicional, a maior parte dos bancos compensa o valor da CPMF, conforme o prazo de permanência na aplicação. Além disso, você pode depositar cheques de terceiros diretamente na caderneta, sem necessidade de o dinheiro passar antes pela conta corrente. Com isso, não paga CPMF. Para outros investimentos seria necessário o depósito e depois a aplicação, sobre a qual haveria a tributação de 0,38%.
No caso da poupança integrada, também haverá a necessidade de uma passagem pela conta corrente. Assim você vai pagar CPMF no primeiro ingresso. Mas, após essa cobrança, os recursos poderão transitar livremente entre diversas opções de investimentos, inclusive retornar para a poupança integrada, sem a incidência do imposto.
A nova poupança terá o mesmo rendimento da caderneta tradicional, indexado a TR, mais 0,5% ao mês, variando assim, ligeiramente, conforme os dias úteis do período. Deixe seus cometarios aqui


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Cabalá e Prosperidade - Parte 3

YETZIRÁ, O MUNDO DA FORMAÇÃO

Da mesma forma de Assiá corresponde à ação, Yetzirá corresponde à emoção. Um elemento muito importante neste processo de transformação é a postura que você assume com relação ao mundo. Segundo a Cabalá, existem dois padrões de comportamento no mundo que estabelecem uma conexão direta com a Luz ou com a Sombra.

Quando você é reativo você está se conectando à Sombra. Quando você é proativo, você se conecta à Luz. É simples.

Mas o que significa ser reativo? Uma pessoa é reativa no momento em que se torna o efeito das coisas que acontecem à sua volta. É proativa no momento em que se torna causa. Quando tudo parece bem e uma pequena interferência acaba com o seu dia, temos um bom exemplo de reatividade. Na verdade, o tempo de reação do reativo é muito curto, quase um choque. Não há tempo para pensar, refletir, ponderar. A reatividade é sempre uma atitude instintiva. Você foi o efeito: estava tudo ótimo e de repente fatores externos fizeram com que tudo ficasse péssimo.

Ser proativo, contudo, não significa ter um espírito de Pollyana, não é passar a vida com um sorriso permanente no rosto, mas ver tudo como uma oportunidade de crescimento, um trampolim para algo maior.

Você veio a este mundo para trabalhar as suas fragilidades, as suas limitações, se aprimorar cada vez mais e se tornar sempre melhor, e as ferramentas para este aprimoramento são justamente os desafios que surgem na sua vida.

ASSIÁ, O MUNDO DA AÇÃO

Há diferentes formas de se trabalhar a prosperidade na dimensão do mundo físico. Todas elas com o objetivo de abrir o receptor para a Luz emanada de Atzilut.

Uma ferramenta espiritual importante é o tsedacá. A palavra tsedacá é geralmente traduzida como "caridade", mas significa "fazer justiça". Todo cabalista tem um cofre de tsedacá em casa. Alguns colocam cofres de tsedacá também no carro ou no local de trabalho. As sinagogas geralmente têm cofres de tsedacá em diversas dependências. Em outras palavras, você é constantemente solicitado a fazer tsedacá, o que inclui a ajuda que você oferece para alguém na rua ou para uma instituição.

Quando você compartilha você abre um espaço; um espaço que será preenchido por Luz Espiritual. Você pode fazer um tsedacá de R$0,01 e, ainda assim, estará promovendo mudanças significativas. O segredo é fazer tsedacá regularmente. Antes ou depois das orações, por exemplo, o tsedacá reforça a conexão em pauta.

O mês de Sivan é regido pela tribo de Zevulum, cuja principal atividade era o comércio que sustentava não só os membros da tribo de Zevulum como os membros da tribo de Issachar, comprometida com o estudo da Torá. Quando você contribui para o fortalecimento e propagação da Luz você recebe Luz.

Outro ponto muito mal compreendido é a contribuição do dízimo. O que é o dízimo? O dízimo está associado a 10% dos seus ganhos. E por que 10%? Existe uma dinâmica energética por trás disso.

Tudo o que vem a se manifestar no mundo físico passa por 9 etapas, sendo a décima a manifestação em si. Soa familiar? Esta é a estrutura da Árvore da Vida com suas 10 sefirót. Os 10% do dízimo correspondem à porção de Malchut, a única que pode ser corrompida pela sombra. Quando você faz o dízimo você está, de fato, se descartando desta "porção (potencialmente) negativa".

O grande segredo do dízimo é conseguir fazer mais com 90% do que faria com 100%. E isso acontece, acredite. Não é por acaso que as igrejas evangélicas prosperam, mesmo que este enfoque no dízimo por vezes pareça oportunismo. D-us não quer o seu dinheiro e, de fato, não importa para quem você dê, contanto que seja para algo luminoso. Ser capaz de dar com o coração leve este percentual é que conta.

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Cabalá e Prosperidade - Parte 2

ATZILUT, O MUNDO DA EMANAÇÃO

Se você efetua uma mudança diretamente em Atzilut, você muda a estrutura das coisas que emanam para sua vida. E a única forma de se chegar a Atzilut é através de um caminho espiritual. Mas o que é "caminho espiritual"? Ter um caminho espiritual é o mesmo que ter uma religião? "Mas eu tenho uma religião!" - se debate a mente ansiosa.

Noventa por cento da humanidade tem uma religião, mas nem por isso noventa por cento da humanidade é próspera.

Quando a Cabalá fala em caminho espiritual, não está falando de uma religião - nem mesmo a Cabalá é uma religião. Nós estamos falando de uma coisa que é anterior às religiões.

Estamos falando de um nível de consciência chamado Consciência Universal, que é anterior às religiões e cuja deturpação deu origem às religiões. Estamos falando das regras do jogo da existência, da complexidade das leis que regem todas as coisas existem - as que percebemos e as que são imperceptíveis aos nossos sentidos.

A esse entendimento damos o nome de Cabalá. Você só vai compreender corretamente o Catolicismo, o Budismo, o Judaísmo, seja que religião for, se você aprender Cabalá. Através do entendimento da Cabalá você compreenderá as regras que norteiam a sua existência e terá as chaves que irão lhe permitir alterar determinados padrões que foram gerados por você mesmo em determinados momentos de sua existência. Você terá acesso a uma engrenagem de renovação que lhe permitirá limpar os padrões estabelecidos para a sua vida.

Isto é aquisição de sabedoria espiritual.

ASSIM É SE LHE PARECE (OU NÃO)

Mas você não pode ficar apenas no terreno da emanação se você quiser trazer prosperidade para a sua vida. Você tem que entrar no terreno de Briá, no terreno da criação, que é o estágio seguinte, ainda no plano espiritual. Depois disso ainda temos Yetzirá, a dimensão da formação. Aí, sim, alcançamos Assiá.

Yetzirá, em especial, é uma dimensão interessante de ser observada, pois é onde as coisas ganham um desdobramento "lógico": um amigo te apresenta para outra pessoa, vocês se relacionam, se apaixonam, se casam, tem filhos e assim por diante. Parecia um plano perfeito, mas você se atrasa um pouco para se encontrar com esse amigo por causa de um imprevisto qualquer e ele apresenta esta pessoa para outra e eles, sim, estabelecem um relacionamento, se casam e etc.

Embora isso deixe de parecer lógico para você, existe uma sabedoria além de nossa compreensão por trás de todas as coisas. A vida está constantemente nos enviando sinais. Se você é capaz de percebê-los e, mais do que isso, decifrá-los, você adquire conhecimento espiritual e começa a alterar o rumo de sua história pessoal.

A partir de meditações e de conexões energéticas você altera aquilo que foi emanado lá na origem. Segundo a Cabalá, coisas que estão para acontecer daqui a um ano já existem hoje em Atzilut, Briá ou Yetzirá. Pode ser algo muito bom, como pode ser algo não tão bom assim. Como saber?

Se você olhar o histórico da sua vida, fica fácil. Se você percebe que a vida sempre coloca você em processos cíclicos de erros, falências e desequilíbrios nesta área (ainda estamos falando de prosperidade), você pode ter certeza de que daqui há um ano você vai estar vivendo isso de novo. Não é muito difícil prever isso, não precisa ser vidente, basta ter senso de observação.

BRIÁ, O MUNDO DA CRIAÇÃO

Imagine estes novos cinemas com várias salas de projeção: salas 1, 2, 3, 4 e 5, por exemplo. Só que ao invés de cada uma exibir um filme, todas exibem a mesma projeção: a sua vida.

Qual a diferença de uma sala para outra?

Na sala 1 você faz apenas uma figuração, não chega nem a ser citado nos créditos. Na sala 2 você aparece um pouco mais, tem uma fala inexpressiva, mas já aparece nos créditos como "cliente #4". Na sala 3 você é coadjuvante, tem uma identidade, contracena com outras pessoas - começa a dar os primeiros passos no caminho do autoconhecimento, uma noção mais ampla sobre si mesmo.

Algumas pessoas até chegam neste estágio, mesmo que depois de 20 anos de análise ou lendo alguns livros de auto-ajuda. Aqui elas já têm alguma noção sobre D-us, ética e espiritualidade, nem que seja botando um gnomo em cima da geladeira e dando maçã para ele comer...

De repente você chega na sala 4 e as coisas mudam. Nesta sala a pessoa começou a se espiritualizar, a se comprometer, a compreender o mundo ao seu redor. Ela se tornou a melhor versão dela mesma, o seu ponto mais elevado de evolução pessoal, enfim, se tornou o ator principal de sua vida. O seu o nome aparece na introdução, e não no final do filme.

E a sala 5?

Na sala 5 você deixa de ser o ator para se tornar o diretor deste filme. É na sala 5 que você determina o tempo, o espaço e o movimento - o ápice do equilíbrio espiritual.

Chegar à sala 4 é bom demais. A maioria das pessoas não chega à 2.

Ainda assim o filme é um só e você não pode alterá-lo. Você pode (e deve), sim, alterar a sala. O filme é o mesmo, mas em cada sala você desempenha um papel diferente. Cada sala é uma dimensão. Paralelo ao que você percebe neste momento existem inúmeras dimensões. Em uma destas dimensões há o melhor de você. Em outra há o pior. O que a Cabalá pretende ensinar é como mudar de sala/dimensão.

"O que posso fazer na minha vida para mudar da sala 2 para a sala 4, por exemplo? Como eu posso deixar de ser um coadjuvante e me tornar o Diretor?" - esse é o ponto.

Cadosh é a palavra equivalente a "santificado", mas também significa "completo" e "separado". Quando você está em uma sala você está conectado a muitas coisas. Você não pode ser simplesmente arrancado desta sala porque você está ali, na tela. Não tem como arrancar você de lá, a não ser que você comece a se desvincular das coisas que te fixam nesta dimensão - daí a necessidade de ser cadosh, o que, geralmente, é um processo doloroso.

Algumas vezes você quem provoca esta separação, outras vezes esta separação é inevitável, principalmente quando você começa a encontrar velhos amigos e tem a impressão de estar sentado a quilômetros de distância deles. Nada do que eles te dizem significa alguma coisa para você e você não consegue sustentar uma conversa com eles por mais do que 10 minutos.

O mundo não está errado, o que acontece é que, quando um indivíduo que está na sala 1 começa a receber a consciência da sala 4, ele começa a querer mudar o filme. O revoltado, muitas vezes, é esse tipo de indivíduo, mas se revoltar não adianta nada. A reatividade apenas contribui para a sua permanência na mesma sala. Não espere também que as pessoas aplaudam a sua transformação, porque você fazia parte de todo um cenário, de toda uma expectativa que as pessoas tinham com relação a você.

E como se dá esta separação? A separação se faz a partir do método. Você começa a se separar de coisas e hábitos que não contribuem em nada para o seu crescimento. Isso envolve desde a mudança de sua alimentação até a mudança de sua forma de falar e se comunicar com as pessoas. Você começa a ter mais cuidado com suas palavras, com as suas relações, com as condições emocionais que você vai estabelecer na sua vida... e você começa a gerar outras expectativas.

Isso significa se separar daquilo que estava sendo um hábito na sua vida. É um processo complicado, mas necessário para se alcançar a plenitude. Muitas pessoas que se dizem espiritualizadas não passam por este processo e, por isso mesmo, agem de forma incoerente. Não adianta mudar o discurso se você não muda o comportamento.


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Cabalá e Prosperidade I


Cabalá e Prosperidade
Parnassá é a palavra hebraica para "prosperidade" e "sustento".
Por muito tempo as pessoas foram levadas a acreditar que o sofrimento, em parte, era provocado pelo valor que se dava às coisas materiais, logo, para corrigir esta "imperfeição", era preciso fazer um caminho de total abnegação - ledo engano...
A lógica sinaliza para estas pessoas que o material e o espiritual ocupam espaços distintos: um inferior, o outro superior. O dinheiro faz parte da dimensão material, logo, é inferior, assim como quem se vincula a ele. Bom, se tudo até agora faz sentido, este texto chegou no momento certo.
O QUE É DINHEIRO?
Obviamente, se você coloca o dinheiro como a coisa mais importante da sua vida, isto é classificado como idolatria, e a idolatria é condenável em qualquer circunstância - a fixação em algo que não é capaz de conter a Luz.
Não devemos pensar no dinheiro como algo "sujo". A forma com que as pessoas se relacionam com o dinheiro, por sinal, dá a exata medida do seu perfil: como você se esforça para ganhar o seu dinheiro? Com o que você gasta o seu dinheiro? Por que o dinheiro que você recebe nunca dá para tudo o que você precisa? Você faz do seu dinheiro uma ferramenta de elevação espiritual?
Se existe alguma coisa que se aproxima do assim chamado "inferno", esta coisa é a pobreza. Se há algo dentro do mundo físico, que se aproxima da condição mais vil da alma humana, esta coisa é a miséria. Nós não nascemos para isso.
Mas, antes de falar de dinheiro, é preciso falar de Luz Espiritual. E o que é Luz Espiritual? Luz Espiritual é tudo aquilo que lhe dá satisfação plena: imortalidade, sucesso, glória, paz de espírito, sabedoria, prazer e (por que não?) dinheiro.
Dinheiro é energia. Você recebe dinheiro porque trabalhou para recebê-lo ou alguém assim o fez. Para alguns, dinheiro é apenas papel ou um número no extrato bancário, mas não é só isso. O dinheiro que passa pela sua mão faz parte de um longo processo de receber para compartilhar e você faz parte desta engrenagem.
Se, no momento em que você recebe um dinheiro, você tem esta consciência, você não só está mudando a si mesmo, mas promovendo uma mudança real no mundo.
No passado as pessoas trocavam bens e serviços. Para se obter uma determinada quantidade de farinha, por exemplo, era preciso dar em troca algo que tivesse um valor equivalente e que fosse do interesse do dono da farinha. Não existia até então uma tabela de conversão, a cotação da galinha ou da farinha no dia da troca. O valor atribuído era simbólico e todo valor simbólico está sempre muito próximo do valor sagrado.
Quando passamos a atribuir uma referência monetária às coisas, automaticamente transformamos a qualidade do valor simbólico das coisas e, conseqüentemente, do valor sagrado. O que são 10 unidades de uma determinada moeda? Teoricamente nada - um número, um ícone, algo absolutamente abstrato. E, no momento que passo a lidar com este abstrato, a minha mente se aproxima de uma Consciência Superior.
PROSPERIDADE E SAÚDE ESPIRITUAL
A prosperidade é uma questão de saúde espiritual. Se você não tem prosperidade, você está doente. E não adianta atribuir a culpa ao momento econômico atual, ao Governo, à empresa que você trabalha ou qualquer outro bode expiatório. Você é você. O problema começa e termina em você, independente de qualquer outra coisa.
A miséria é uma doença e precisa ser tratada. Uma doença que se estabelece, basicamente, a partir do nosso comprometimento espiritual. Não é uma questão de talento, inteligência ou sorte, mas o modo como você lida com a espiritualidade. A prosperidade está diretamente relacionada a isso.
Você tem contas à pagar e não tem dinheiro, aí acha que a vida é isso: que algumas pessoas têm sorte, que outras se utilizam de meios ilícitos ou que têm ajuda de alguém, e você, coitadinho, não tem ajuda de ninguém ...
Na Árvore da Vida, todas as coisas são emanadas da dimensão de Atzilut. Nós vivemos na dimensão de Assiá e, muitas vezes, montamos toda a nossa vida tendo Assiá como princípio. Assiá é o mundo da ação. Você faz o que percebe todo mundo fazendo para ser bem sucedido, o que recomendam os amigos, livros e revistas, mas, ainda assim, não consegue chegar a uma condição de prosperidade. As coisas não acontecem porque você ainda não domina a dinâmica da Árvore da Vida.
Peguemos o ciclo das águas: a água que sai da torneira de sua casa segue por caminhos desconhecidos depois que passa por você, evapora, sobe, condensa e cai em forma de chuva de volta para a terra. Tudo o que você faz (de bom ou de ruim) também segue um caminho além da sua percepção, sobe (vai para Atzilut) e, em algum momento, desce (retorna a Assiá).
"Mas eu sou uma pessoa boa! Cadê a prosperidade?" - a sua mente grita, questionando o texto. Considerando que a sua afirmação seja verdadeira, ainda assim, a sua percepção corresponde a esta existência. Ninguém sabe exatamente quando esta roda começou a girar. Ninguém sabe se você colhe hoje o fruto de uma semente plantada em outras vidas.
Neste ponto chegamos muito próximos a um segundo grande equívoco de muitas tradições: "Tudo bem, eu estou pagando por um erro do passado e devo aceitar isso como uma forma de purificação, certo?" Errado! Continua...


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Seguro de Automóvel o que você precisa saber

Seguro de Automóvel
Ao contratar um seguro esteja sempre atento aos benefícios e serviços que cada empresa oferece. Um seguro nunca é igual ao outro, portanto, preste atenção em alguns pontos básicos antes de adquirir um seguro para seu automóvel.
Coberturas: é importante observar que existem seguros com coberturas básicas e complementares. As coberturas básicas são relacionadas diretamente ao veículo e oferecem aos segurados proteção contra colisões, incêndio e roubo. As complementares são utilizadas como adicional de qualquer uma das coberturas básicas mediante citação expressa na apólice. Existem diversas opções, desde assistência 24 horas a reparo em vidros nos casos de acidentes que envolvam apenas vidros.
Observe com atenção a relação custo-benefício de cada seguro. Um seguro aparentemente barato pode oferecer cobertura insuficiente ou, até mesmo, ser muito mais caro por oferecer cobertura inadequada, além das suas necessidades.
Verifique se a franquia do seguro que você escolheu é obrigatória, reduzida ou facultativa.
Franquia Obrigatória: oferecida pela seguradora como participação do segurado.
Franquia Reduzida: tem custo do seguro mais elevado e, em caso de sinistro, o segurado participa com um valor mais baixo. Este tipo de franquia equivale a 50% do valor da franquia obrigatória.
Franquia Facultativa: o custo do seguro é reduzido e, em caso de sinistro, o segurado participa com um valor maior. Esta franquia equivale a duas vezes o valor da franquia obrigatória.
Observe as vantagens adicionais que a seguradora oferece e verifique se já estão incluídas no preço. Vantagens adicionais oferecem aos clientes atendimento rápido, serviços gratuitos de despachantes, descontos especiais para veículos com equipamentos de segurança, etc.
Muita atenção ao preencher o Questionário de Avaliação de Risco. Este é um conjunto de perguntas sobre o(s) condutor(es) e as características de uso do veículo que deve ser respondido e assinado pelo segurado. O questionário tem como objetivo buscar o preço mais adequado às características do segurado.
Quando contratar um seguro, conte com um corretor de sua confiança para descobrir qual produto e opcionais são mais adequados às suas necessidades. Verifique se o Corretor que intermedia a contratação está habilitado pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados).


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Ligação na caixa postal. Devo pagá-la?

Pedro não tem o hábito de deixar recado no celular quando a ligação cai na caixa postal. “Antes mesmo de a gravação avisar que ‘a chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens e estará sujeita à cobrança após o sinal’ eu já desligo”, avisa. Mesmo assim, há mais ou menos dois anos ele tem percebido a cobrança dessas ligações nas contas que recebe da Telefônica, cuja duração varia entre 0,5 e 0,9 segundos. “Todo mês, são cobrados R$ 3, R$ 4, R$ 5 indevidamente”, diz. “E não adianta reclamar, como tenho feito todo mês.” A empresa alega que, mesmo que ele desligue antes do sinal sonoro, há custo, pois ele usou o sistema”. Pedro já fez mais de 40 reclamações à Telefônica e à Anatel, sem sucesso. “Da última vez em que recorri à agência fui informado de que tenho razão, mas tudo o que ela fez foi encaminhar minha queixa à Telefônica, que continua me cobrando. E esse jogo de empurra só tem gerado estresse, pois, se discuto os valores, atraso o pagamento da conta, que no mês seguinte vem com juros, multa e correção.” De acordo com Luiz Fernandes da Silva, especialista em defesa do consumidor, o anexo à Resolução nº 226, de 15 de junho de 2000, estabelece que a tarifação da chamada só pode ser feita após o encaminhamento para o correio de voz. “Por isso, se a cobrança estiver sendo iniciada antes do aviso, como argumenta o leitor, ela é indevida, pois não há serviço algum”, entende. Maria Inês Dolci, advogada da Pro Teste, acrescenta que a norma determina, também, que deve ser concedido um período mínimo de 3 segundos após o envio do sinal sonoro para que o usuário chamador, não desejando que a ligação seja encaminhada ao correio de voz, desligue e fique isento da cobrança. “Assim, o procedimento da empresa é ilegal, pois descumpre a oferta”, alerta. O artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que “a informação ou publicidade obriga o fornecedor a cumpri-la”. Ao JT, a Telefônica disse que, após testes, nenhuma anormalidade foi encontrada na linha e a tarifação das chamadas para celular está de acordo com a regulamentação em vigor. Já a Anatel alega que, após receber a queixa de Pedro, a operadora foi contada e o consumidor informado dos procedimentos. Conteste o débito se não reconhecer chamadasO consumidor que entender que está sendo cobrado sem justa causa tem direito de contestar o débito. “Essa é uma garantia do CDC”, diz Maria Inês. Caso já tenha pago a conta, o ressarcimento deve ser em dobro, conforme prevê o artigo 42. Sônia Cristina Amaro, assistente de Direção do Procon, lembra, ainda, que cabe à empresa, e não ao consumidor, a prova de que a cobrança é devida. Ela orienta Pedro a fazer reclamação no Procon para um acordo e, se não obtiver sucesso, recorrer à Justiça (até 40 salários, ele pode se valer do Juizado Especial Cível). Peça detalhamento da conta. É seu direitoA legislação também garante ao consumidor o direito de solicitar relatório detalhado dos serviços cobrados, sem nenhum ônus. “Esse, aliás, é um dos princípios do Código de Defesa do Consumidor, que prevê a informação adequada e clara sobre produtos e serviços (artigo 6º)”, argumenta o advogado Luiz Fernandes da Silva, especialista em defesa do consumidor. O detalhamento da conta pode ser relativo a até 90 dias anteriores ao pedido e deve ser providenciado pela operadora em 48 horas. Dele devem conter o código de acesso chamado, a data e o horário do início da chamada, a duração da chamada (hora, minuto e segundo) e o valor, explicitando os casos de variação horária. Verificado que a cobrança não é correta, o consumidor deve pedir a segunda via da conta – que não pode ser cobrada –, sem a inclusão das ligações contestadas. Se não for atendido, pode reclamar o débito à empresa. Mas atenção ao prazo: 120 dias, contados da data do envio da cobrança pela operadora. Se a conta tiver sido paga, a devolução dos valores cobrados a mais poderá ser reclamada em até 90 dias do seu vencimento, que deve ocorrer de imediato, se a reclamação for considera procedente pela empresa. Ela terá 30 dias para responder aos questionamentos. Se, ainda assim, ela mantiver a cobrança, por considerá-la devida, o consumidor deve denunciar o fato à Anatel e contestar a cobrança na Justiça.
Ao fazer a reclamação, atenção:
Informe a empresa de que você não reconhece o débito, preferencialmente por escrito;
Caso o contato seja por telefone, anote o número de protocolo para posterior acompanhamento do processo, bem como a data e a hora da notificação à empresa e o nome da pessoa que o atendeu;
Se a reclamação for feita por carta, prefira que ela seja enviada à empresa com aviso de recebimento (AR), que pode ser solicitado nos próprios correios;
Não se esqueça de guardar o aviso quando ele retornar a você, uma vez que se trata da confirmação de que a empresa recebeu sua reclamação.
Não havendo solução, você pode contatar a Anatel por meio de sua central de atendimento. O telefone é o 0800-33-2001.


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Energia Elétrica, cuidado com o uso


Energia elétrica

O desperdício de energia elétrica é comum, principalmente nas grandes cidades. Os gastos excessivos preocupam a todos, porque também podem prejudicar toda a comunidade, quando ocorre sobrecarga da rede ou insuficiência de energia.
Veja as dicas do Procon sobre como economizar energia elétrica:
Evitar banhos demorados e muito quentes;
Passar o maior número de peças de roupas de uma única vez, evitando ligar o ferro várias vezes ao dia;
Degelar o freezer e a geladeira sempre que necessário, principalmente, quando apresentar excesso de gelo;
Verificar constantemente a vedação das portas da geladeira e do freezer para impedir a saída de ar;
Evitar o uso de uma mesma tomada para vários equipamento eletroeletrônicos;
Desligar lâmpadas, ventilador e ar condicionado quando não estiver no ambiente;
Manter a fiação em perfeitas condições, não deixar fios desencapados ou em contato com partes metálicas;
Facilitar o acesso do técnico que faz a leitura do medidor;
Trocar as lâmpadas comuns das áreas de circulação externa por lâmpadas fluorescentes;
Nos condomínios, desligar um dos elevadores de madrugada ajuda a reduzir o consumo de energia.
Mais dicas sobre como economizar energia elétrica estão na área de abastecimento do site
www.defenda-se.inf.br.


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Imóvel é um bom negócio?

Depende de uma série de fatores:

a) O retorno que você espera para essa aplicação: o mercado oscila conforme a oferta e a demanda. Porém, no geral, você vai receber por mês um valor que varia entre 0,8% e 1% do que o imóvel está valendo no mercado. Nos contratos longos (o comum são 30 meses nas locações residenciais e 5 anos nas comerciais), é freqüente o achatamento dos ganhos ao longo do tempo, porque a correção é anual, por lei, e tem de ser atrelada a um índice oficial de inflação, que nem sempre reflete perda de valor da moeda.

Os casos de inadimplência são comuns e para resolvê-los você vai ter de gastar com advogados, se não conseguir um acordo amigável com seu inquilino. Mais: quando um apartamento fica algum tempo vago é você quem tem de arcar com o condomínio, o IPTU e a conservação do imóvel. Mesmo durante a locação, qualquer benfeitoria que valorize o imóvel ou que seja necessária para manter sua infra-estrutura em funcionamento é despesa que corre por sua conta.

b) Tamanho, localização e conservação do imóvel: é muito difícil alugar um imóvel grande, porque o valor é alto. A possibilidade de locação é menor também em lugares barulhentos, em bairros de difícil acesso ou sem uma boa rede comercial. Os imóveis malconservados também reduzem as suas chances de ganhar com aluguel.

c)Predisposição a deixar o dinheiro imobilizado: dinheiro aplicado em imóvel fica imobilizado. É difícil vender depressa - é o que o mercado imobiliário chama de investimento de baixa liquidez.

d)Época do ano: é mais fácil alugar imóveis residenciais nos períodos de férias escolares, época em que as famílias costumam programar mudanças, porque isso facilita a troca das crianças de colégio. Nos flats, porém, os maiores índices de ocupação costumam ocorrer quando há feiras e eventos de grande porte na cidade como, por exemplo, uma corrida de Fórmula Um, uma Fenasoft ou UD. Não se esqueça" Investimento é dinheiro e possibilidade de lucro. Imóvel é patrimônio e renda.


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Novidade nos Cartões de Crédito

Decisão da 1.ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros (SP) acaba de favorecer um consumidor de cartão de crédito. Em ação movida pela ONG Associação Brasileira do Consumidor – ABC, de que é associado, o usuário do cartão contestou os juros cobrados, de 12,90% ao mês. O juízo considerou o porcentual abusivo e reduziu para 5,54%. Para o consumidor, isso representou uma diminuição de sua dívida em quase 60%.
O assunto ainda gera muita controvérsia nos tribunais. Como a Súmula 283 do Superior Tribunal de Justiça estabeleceu que as administradoras de cartão são instituições financeiras e, por esse motivo, não sofrem as limitações da Lei de Usura (que estabelece o máximo de 1% ao mês), o juízo concordou que a empresa poderia cobrar juros superiores a 12% ao ano. Mas argumentou que, como relação de consumo, tem de obedecer ao Código de Defesa do Consumidor, que proíbe a remuneração abusiva pelo fornecedor em detrimento do consumidor.
O inciso V do art. 6º estabelece, entre os direitos básicos do consumidor, o de ter modificadas as cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou a revisão delas, se fatos supervenientes as tornarem muito onerosas. Já o art. 51, inciso IV, declara nulas cláusulas que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada. Para o juízo, não importa que tenha sido informado ao consumidor os juros que seriam cobrados, mas o fato de a taxa ser lesiva, excessiva diante do baixo custo de captação dos recursos pela empresa.
Dessa forma, o juízo fixou os juros em 5,54% ao mês, adotando como critério o dobro do que a empresa pagava na captação de recursos, de 2,27% ao mês. Determinou que um perito fará o cálculo do devido, com juros de mora de 1% ao mês sem capitalização e multa de 2%, mais correção monetária. É importante lembrar que a decisão é de 1º grau, ou seja, ainda pode haver recurso e uma decisão final em outro sentido.


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