CEF melhora condições de Financiamentos
Juros e prazos facilitados
Caixa Econômica anuncia taxas menores, financiamentos maiores e outras condições favoráveis para quem planeja comprar imóvel.
Presente de Natal chegou mais cedo para quem planeja comprar casa: juros e entrada menores, financiamento e prazo de pagamento maiores, além de mais R$ 1,3 bilhão para imóveis novos, usados, na planta e material de construção. O pacotão da habitação divulgado ontem pela Caixa Econômica Federal beneficia todas as faixas de renda. Além disso, serão liberados mais R$ 500 milhões para garantir crédito imobiliário à classe média – para a Caixa, quem recebe acima de R$ 4.500.
Nesse caso, os juros caíram de 13,75% para 12,5% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). O valor da entrada do financiamento diminuiu de 40% para 20% (imóveis usados). O banco oficial vai financiar 80% do valor. Para unidade de R$ 100 mil, o candidato terá que ter em mãos R$ 20 mil. O restante será financiando pela Caixa. O prazo de pagamento aumentou, de 180 para 240 meses (20 anos).
Outra novidade é o empréstimo para imóvel na planta, com juros de 12% ao ano mais TR. Nessa modalidade, a entrada exigida é de 10%. A Caixa vai financiar 90% do valor e o prazo de pagamento será de 20 anos.
Para renda até R$ 4.500, o financiamento é com dinheiro do FGTS. Famílias que ganham até R$ 2.400 poderão financiar 90% (em vez de 70%). Os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR. Nessa linha, o imóvel tem que custar até R$ 72 mil. Todas as modalidades utilizam o sistema de amortização constante, que evita saldo devedor elevado no fim do contrato.
Medidas vão contribuir para aquecer o mercado
O FGTS pode ser usado para reforçar a entrada, mas é preciso cumprir requisitos, como não ser proprietário de imóvel e nem ter financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Além disso, são necessários três anos de carteira assinada.
Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann diz que a Caixa anunciou essas medidas porque está sobrando dinheiro do orçamento da habitação com recursos do Fundo de Garantia.
“Os brasileiros ainda têm receio de comprar unidades na planta e, além disso, as exigências para análise de crédito das construtoras dificultam ainda mais o financiamento”, conclui.
Baixa renda também não foi esquecida
Caixa Econômica anuncia taxas menores, financiamentos maiores e outras condições favoráveis para quem planeja comprar imóvel.
Presente de Natal chegou mais cedo para quem planeja comprar casa: juros e entrada menores, financiamento e prazo de pagamento maiores, além de mais R$ 1,3 bilhão para imóveis novos, usados, na planta e material de construção. O pacotão da habitação divulgado ontem pela Caixa Econômica Federal beneficia todas as faixas de renda. Além disso, serão liberados mais R$ 500 milhões para garantir crédito imobiliário à classe média – para a Caixa, quem recebe acima de R$ 4.500.
Nesse caso, os juros caíram de 13,75% para 12,5% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). O valor da entrada do financiamento diminuiu de 40% para 20% (imóveis usados). O banco oficial vai financiar 80% do valor. Para unidade de R$ 100 mil, o candidato terá que ter em mãos R$ 20 mil. O restante será financiando pela Caixa. O prazo de pagamento aumentou, de 180 para 240 meses (20 anos).
Outra novidade é o empréstimo para imóvel na planta, com juros de 12% ao ano mais TR. Nessa modalidade, a entrada exigida é de 10%. A Caixa vai financiar 90% do valor e o prazo de pagamento será de 20 anos.
Para renda até R$ 4.500, o financiamento é com dinheiro do FGTS. Famílias que ganham até R$ 2.400 poderão financiar 90% (em vez de 70%). Os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR. Nessa linha, o imóvel tem que custar até R$ 72 mil. Todas as modalidades utilizam o sistema de amortização constante, que evita saldo devedor elevado no fim do contrato.
Medidas vão contribuir para aquecer o mercado
O FGTS pode ser usado para reforçar a entrada, mas é preciso cumprir requisitos, como não ser proprietário de imóvel e nem ter financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Além disso, são necessários três anos de carteira assinada.
Presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann diz que a Caixa anunciou essas medidas porque está sobrando dinheiro do orçamento da habitação com recursos do Fundo de Garantia.
“Os brasileiros ainda têm receio de comprar unidades na planta e, além disso, as exigências para análise de crédito das construtoras dificultam ainda mais o financiamento”, conclui.
Baixa renda também não foi esquecida
A população de baixa renda conta com nova linha, batizada de Imóvel na Planta a Preço de Custo. A modalidade é destinada a quem recebe até seis salários mínimos (R$ 1.560), com juros de 6% ao ano, mais TR. O limite máximo do financiamento é de R$ 35 mil e o prazo de pagamento, de 240 meses (20 anos). Outra vantagem é que a taxa de administração foi reduzida de R$ 25 para R$ 18.
A cobrança é feita para manutenção dos contratos habitacionais. Segundo Emília Corrêa Lima, diretora de Produção Habitacional do Ministério das Cidades, a linha especial é parecida com a do Programa de Arrendamento Residencial (PAR), mas com uma diferença: o mutuário é dono do imóvel. No arrendamento, é pago aluguel social durante 15 anos e, só depois desse período, ele se torna dono.
Linha para financiar as construtoras
A Caixa voltou a financiar diretamente as construtoras pela linha de Apoio à Produção Imobiliária. A modalidade beneficia também mutuários, que vão pagar apenas juros e correção monetária durante a construção.
Isso facilita que os mutuários paguem aluguel e prestação durante a obra. A nova linha permite a compra de unidade na planta para quem tem renda de até R$ 4.500. Os juros variam de 6% a 10,16% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). O prazo de pagamento é de 20 anos. Já os construtores terão taxas de 10,16% ao ano, mais TR, e 12% ao ano, mais o índice após conclusão do empreendimento.
O presidente do Sinduscon-Rio, Roberto Kauffmann, lembrou que há muito tempo os construtores não contavam com financiamento, mas insiste em ressalvas: “Para o produto não ficar na prateleira, por causa de exigências, estamos propondo à Caixa um teste com algumas construtoras”, informou.







